AS DANÇAS NO TELHADO
Antigamente era fechar os olhos
e esperar,
ou olhar um olhar
e estremecer de sonho.
Bailarino invadindo:
o verso em pirueta
no telhado,
em palco rodeado por três lados
mas aberto imenso.
Ou era o arco tenso
ameaçando
a flecha mais certeira.
Se eu fosse um dia agora
essa maneira
de ao desviar ser centro—
In "Às vezes o paraíso" – Quetzal Editores – 1998
Ana Luísa Amaral
N. 1956
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