A UM JOVEM POETA MORTO
No remo imaginário
das sombras resvalantes,
na noite mais profunda
cintila a tua alma.
Nasceu-nos do flanco
a tua jovem morte.
No misterioso barco
partiste sem dizer.
E agora o pensamento
trespassa a neblina
a ver se reinventa
o teu retrato d'água.
17- II -52
In “ÁRVORE ”
Folhas de Poesia
Direcção e Edição de António Luís Moita, António Ramos Rosa,
José Terra, Luís Amaro, Raul de Carvalho
1.º Fascículo - Inverno de 1951-52
Pág. 93
José Terra **
(1928-2014)
** Pseudónimo de José Fernandes da Silva
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