PELA PAZ
Campeia a violência e o desamor
P’lo mundo ignóbil, prenhe de ambição...
Em vez da esp’rança reina o medo e a dor,
Perdeste, ò homem tua dimensão.
Essa fome de paz que a alma anseia
Vai torturando a pobre humanidade
Que em prece e desespero, as mãos alteia,
Rogando aos céus: Senhor, oh!... Tem piedade.
Que a paz desça, Senhor, do vosso seio
E que este inferno, negro, mau e feio
Se transforme num éden de alegria.
Abraçai-vos, ò povos, sem demora,
Que o relógio da história marque a hora
Na paz e no esplendor de um novo dia.
In “Poetas & Trovadores”
Ano XVlll – 3ª edição – n.º 1 – Abril de 1998
Ilda Pinto Ribeiro
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